O Eterno prometeu aos filhos de Israel que levantaria um profeta, de seus parentes, semelhante a Moshe, ao qual Ele ordenou que prestassem atenção (Deuteronômio 18:15).
Porque o Eterno estava levantando esse profeta ?
Pois quando os filhos de Israel estavam reunidos no monte Horev, onde o Eterno se manifestou, eles pediram a D-us que não os deixasse mais ouvir Sua voz nem ver o grande fogo em que o Eterno aparecia, para que não morressem.
Eles sabiam que não podiam estar na presença do Eterno como Moshe. Moshe havia tomado uma decisão que eles não haviam naquele momento. Ele havia retornado ao Eterno, arrependido de suas injustiças e comprometido em viver Seus mandamentos. Moshe sabia que, para praticar os mandamentos de D-us no coração (no pensar, no falar, no agir) necessitava da intervenção do Espírito de D-us nele e recebeu a purificação dada pelo Eterno.
Por essa razão, Moshe podia contemplar a face de D-us sem sentir medo, pavor como os filhos de Israel. Moshe estava tentando conduzi-los ao verdadeiro retorno que havia feito ao Eterno. Eles haviam visto grandes milagres, as dez pragas sobre seus opressores e posteriormente o mar se abrindo e trazendo a libertação que era inconcebível pelas possibilidades humanas. No entanto precisavam abandonar suas injustiças e serem libertos pelo Eterno da escravidão de suas práticas que violavam os santos mandamentos de D-us. Aí então poderiam contemplar a face de D-us sem medo, livres da condenação que lhes é devida.
Mas como alguém pode estar livre da pena da transgressão dos mandamentos de D-us, da Torah ?
O Eterno nos ensina em Deuteronômio 18 que por causa da sensação de morte que sentiram no monte Horev, Ele iria providenciar um profeta. Este profeta então evitaria que eles estivessem sujeitos ao juízo de D-us por Suas transgressões, tirando o medo da condenação que lhes é devida. Por que? Como esse medo pode ser tirado? Como pode o ser humano injusto ver D-us ?
O profeta é aquele que o descendente da mulher de Gênesis 3:15 que seria enviado pelo Eterno para esmagar a cabeça da serpente, que incitou a injustiça no ser humano, e ser ferido no seu calcanhar. Era necessário que o profeta fosse ferido.
Um justo, o Único Justo, o Eterno manifesto na forma humana deveria ser o Cordeiro descrito em Isaías capítulo 53 que tira o pecado do mundo, sofrendo o castigo que era para nós para que não estejamos sujeitos ao juízo do Eterno devido às nossas transgressões de Seus justos mandamentos. Cordeiros foram sacrificados pelos seres humanos arrependidos desde que o ser humano transgrediu, violando a justiça e a pureza da qual foi feito pelo Eterno, que viu que o homem era bom (Gênesis 2). Mas não é o ritual sacrificial dos cordeiros que torna o ser humano justo, mas a fé de que o Cordeiro do Eterno, o profeta, o Messias, o Imanuel, D-us forte e Pai da Eternidade, iria ser sacrificado no lugar do ser humano injusto, pagando a dívida que é do ser humano injusto, extinguindo-a por amor, para que eles possa estar na presença do Eterno purificado por Ele.
Havia de nascer um menino que seria chamado D-us forte, Pai da eternidade, Príncipe da Paz, que iria estabelecer o reino de justiça e paz, extinguindo a injustiça e a morte (Isaías 9). Esse menino é o Messias, manifestação do Eterno, também chamado Imanuel, descendente da mulher, D-us conosco (Isaías 7). Esse menino que se tornou Cordeiro que tira o pecado do mundo é o mesmo que estabelecerá o reino de justiça e paz.
Nesse dia, o prazo para o arrependimento dos seres humanos terá acabado e os que retornaram ao Eterno contemplarão Sua face e viverão com Ele em santidade para sempre, mas os que não desejarem viver a vontade de D-us, os mandamentos do Eterno, terão medo na presença de D-us, pavor e receberão o justo castigo que lhes é devido, pois todos pecaram e não.
Quem é o profeta prometido aos filhos de Israel, o Messias, a manifestação do Eterno, a Torah que se fez carne (O Eterno que antes falava a Torah manifesto na forma humana) ?
Por mais incrível e tenebroso que pareça, O Messias é Jesus, Yeshua no hebraico (que quer dizer “Salvação”), pois as profecias messiânicas se cumpriram no seu nome, desde da época de seu nascimento (antes da destruição do segundo Templo) (Daniel 9), sua ascendência vinda de David, a cidade que nasceu Belém (Beit Lehem), sua ida (do Rei de Israel, o Messias) a Jerusalém em um humilde jumentinho (Zacarias 9:9), a morte como cordeiro (Isaías 53, Daniel 9:27 e Zacarias 12), a sepultura com os ímpios (Isaías 53).
Embora pessoas das nações tenham cometido atrocidades em nome de Jesus, o Messias, e até hoje a Igreja esteja cometendo atrocidades em nome dEle, Jesus (Yeshua), nunca teve ligação com as pessoas que fizeram estas coisas. Os anjos caídos se fingem de anjos de luz, pessoas injustas e ímpias acham-se crentes em Jesus muitas vezes, sem nunca terem experimentado verdadeiro arrependimento e abandonado suas práticas injustas, suas transgressões de mandamentos.
Devido aos pais da Igreja (duas gerações após João (Iohanan) houve distorção doutrinária em relação a fé dos primeiros seguidores de Yeshua (Jesus)), há um entendimento errôneo das Escrituras Sagradas, a Igreja aboliu e persistiu abolindo a Torah que Jesus jamais violou ou aboliu, nem seus verdadeiros seguidores (que Jesus falou que não veio abolir mas cumprir (Mateus 5:17-20; Mateus 24:44; Mateus 7:12; 3:8-9)- também Paulo falava que a Torah é santa, circuncidava e guardava o shabat (sábado) pela graça, pela fé e o desejo de obedecer e glorificar D-us, não cria no seu próprio mérito (Romanos 7:12; Atos 16:3;)). Paulo tem sido um dos homens mais mal compreendidos e difamados da história: ele jamais pregou abolição da Torah como dizem, ele advertia contra a observância legalista da Torah, contra a transformação da Torah em regras de homens, contra a perversão do contéudo da Torah, o desvio da Torah, assim como Isaías fez (Isaías 29:3). Devido às perseguições aos judeus (incluindo a Inquisição e o holocausto), ao anti-semitismo, permaneceu a abolição da Torah (distorção da Palavra de D-us).
Paulo foi um servo frutífero e irrepreensível de D-us, e tinha a Torah por Palavra Santa e irrevogável de D-us. A Igreja corrompeu este entendimento; talvez pela tendenciosidade da versão grega do novo testamento, esse engano tenha se propagado por tanto tempo, difamando Paulo e harmonizando ele com o pensamento grego, pagão corrompido.
A crítica do Novo Testamento (Brit Hadashá- A Nova Aliança – que não é uma mudança da qualidade da primeira aliança, mas o retorno de Israel à aliança com o Eterno mediante o contrato que é a Torah (figura do casamento entre Israel e D-us) – ver Jeremias 31) não é à Torah, Palavra Santa e Irrevogável de D-us (D-us não muda de ideia; Seu caráter Santo não muda), mas à observância legalista da Torah, ou seja, à tentativa de salvação pela observância dos rituais; nesse objetivo muitos judeus afastaram-se de D-us, o que Jesus estava tentando instruir para correção deles, pois haviam transformado a Torah de D-us em regra de homens; esse desvio já existia no tempo do profeta Isaías também (Isaías 29:3). É a tendência do ser humano (tanto do judeu quanto do gentio: o catolicismo e o espiritismo e outras religiões das nações buscam ser salvas por obras, por mérito humano e não pela misericórdia e purificação que D-us dá) buscar mérito em si mesmo, de buscar reconhecimento e glória própria.
Em nome de Jesus pessoas das Igrejas fizeram as piores atrocidades, Inquisição, e perseguição aos judeus (na época do nazismo no contexto da segunda guerra mundial, etc).
Possivelmente os pais da Igreja tenham se afastado da Torah porque a maioria dos judeus buscava a salvação pelas obras da Torah e não pela graça (favor imerecido) de D-us, embora os primeiros seguidores de Jesus (as nações não conheceriam Jesus nem a Bíblia Hebriaca se não fosse pelos primeiros seguidores de Jesus, os judeus) não fizessem isso, pelo contrário, reprovassem a observância legalista da Torah, mas observassem todos os preceitos da Torah sabendo que o faziam pelo entendimento e capacitação que D-us dá e não por mérito deles, como os demais judeus pensavam.
Por outro lado, pode ter havido influência de alguns fatores: do antisemitismo e antijudaismo (pelo ciúmes das dádivas que D-us deu ao povo de Israel, pelo arrependimento de Seus servos fieis Abraham, Itzhak, Iaakov, David, Isaías, Jeremias, Mateus (Matitiahu), Iohanan (João), Pedro (Kefá), etc) e também do pensamento grego (por exemplo, o grego não admitia que D-us existisse independente da matéria, ao contrário do judeu que crê que D-us é Espírito, antes da matéria criada).
As nações erraram em desprezar os legados judaicos ao longo dos anos- sempre houve os crentes israelitas fieis – não se deve desprezar o judeu e o que D-us deu a ele – muito menos substituí-los (como a falsa doutrina da substituição prega) como se D-us não fosse mais fiel a Israel e não estivesse comprometido em restaurar Israel. As nações devem amar Israel e Israel amar às nações. As nações devem reconhecer que o Estado de Israel foi dado aos descendentes de Israel por D-us, pois essa é a vontade de D-us, pois é bíblico (Gênesis 15:18; Êxodo 32:13; Números 33,34,35; Josué 1).
Está escrito que D-us restaurará Israel (Deuteronômio 30 e 31; Isaías 41; Zacarias caps 12 e 14; Ezequiel 38 a 40) e que todos que se voltarem contra Israel serão julgados. Não devem desprezarem a Torah, pois não há como entender o Brit Hadashá (Novo Testamento) sem a Torah, sem o Tanach (o termo “nova aliança” (brit hadashá) foi usado em Jeremias 31; não é novidade trazida por Jesus; é a renovação da aliança que Israel havia abandonado – mas que sempre houve um remanescente fiel de Israel que seguia o Eterno) pois ele, o Brit Hadasha (Novo Testamento), é a explicação da Torah e faz uso de termos que na Torah foram tratados.
Importante observar que no tempo de Jesus não havia Novo testamento (Brit Hadashá), somente a Bíblia Hebraica (Tanach ou o que os gentios erroneamente chamam de Antigo Testamento, denominação dada pelos pais da Igreja pelo entendimento de revogação ou perda de validade que eles davam à Bíblia Hebraica)). Rut, a moabita (da nação de Moabe), se arrependeu de suas injustiças e fez uma aliança com o D-us de Israel, através do contrato que é a Torah. Da mesma forma, ninguém tem aliança com D-us em outro contrato (compromisso em cumprir os mandamentos que lá estão, pela fé na capacitação que D-us dá ao arrependido) que não seja a Torah, seja das nações ou de Israel (vejam Isaías 56).
A salvação sempre foi pela graça (veja Deuteronômio 30, todo o Levítico; Exodo 31, etc- enfim, toda a Torah), pela misericórdia do Eterno, não por obras, pois não há como um injusto pagar pelas suas transgressões e todos transgredimos e nos afastamos do Eterno e precisamos voltar (Salmos 49 e 53; Deuteronômio 30; Isaías 59). No entanto, os pais da Igreja introduziram o conceito de salvação pelas obras, absorveram conceitos pagãos, idólatras. E o pensamento grego entrou na doutrina da Igreja através da ideia grega que não aceitava a ideia de deuses desassociados da matéria.
A Igreja absorveu idolatria das nações, imagens, etc. Perverteu a Palavra de D-us, a Bíblia. Com a Reforma Protestante, alguns valores bíblicos foram restaurados, como a salvação pela graça, mas nestes dias há uma perversão da graça e a instituição da “graça barata”. Em nome da graça, a Igreja comete as injustiças e persevera nelas; usa da graça para não abandonar suas injustiças (Romanos capítulos 6 a 8). Usa da graça para permanecer nas suas injustiças, há domínio, há soberba, desprezo ao próximo, há conivência com a injustiça e falta de reprovação do mal. Paulo disse que se deve retirar o fermento (pecado ou orgulho), pois ele leveda toda a massa (I Co 5:7).
A Igreja levedou (não que não possa haver pessoas sinceras com D-us e salvas lá, mas estas não serão coniventes com a injustiça, a reprovarão, pois amarão mais a D-us (e a Ele temerão) do que a aceitação dos homens- Gálatas 1). Como havia sido previsto na Bíblia a apostasia, o desvio dos últimos dias seria generalizado (I Tm caps. 3 e 4; I João 3; II Ts 2) . Pessoas do meio judaico, com razão, reconhecem que a Igreja não tem a ética da Torah, dos mandamentos de D-us, da justiça de D-us.
A Igreja não é mais Luz para o mundo, pelo contrário, ajuda no desvio, já que o fermento leveda toda a massa e as pessoas começam a banalizar as praticas injustas, a reprovação da injustiça é cada vez mais ausente devido ao relativismo e ecumenismo que se aproximam de maneira cada vez mais forte para a vinda do Anti-Messias, o falso Messias, o homem da iniquidade, a manifestação do Satan (II Tessalonicenses 2), que será adorado pelos infiéis a D-us no Templo de D-us em Jerusalém. E isso adentrou na Igreja e está adentrando em todos os lugares, pelo engano (pessoas acham que com o relativismo e o ecumenismo estão sendo tolerantes ou bondosas, mas o justo não se associa com a injustiça (II Co 6; Efesios 5:11; I Co 5:11; Salmo 101; I carta de João, etc) e esta é um falsa bondade, pois não está associada à justiça e ao amor de D-us).
"Ai dos que ao mal chamam bem e ao bem mal, que fazem das trevas luz eda luz trevas, que põemo amargo por doce e o doce por amargo. Ai dos que são sábios aospróprios olhos e diante de si mesmos..que justificam o ímpio por suborno e ao justo negam justiça...poisrejeitaram a Torah do Eterno dos exercitose desprezaram a Palavra do Santo de Israel"- Isaías 5:20-23
Jesus fala claramente que quem não permanece nos mandamentos do Eterno não tem parte com ele e quem não permanece nele será lançado fora e queimado no fogo, no lugar de tormento destinado aos ímpios. A mãe da falsa religião, a Babilônia, emvolveu a Igreja e o Ecumenismo, embora possam existir pessoas que realmente retornaram ao Eterno lá dentro da Igreja, quando virem a injustiça sairão de lá, pois o justo não tem associação com o injusto, nem a luz com as trevas (II Corintios 6). Deve-se sair do meio da Babilônia (Jeremias 50), e permanecer com o Messias, o profeta, até o fim e assim ver a face do Eterno como contemplou Moshe, Seu servo fiel.
Deve-se congregar com outros crentes que permanecem nos mandamentos do Eterno, pois os ímpios serão exterminados e os que, de coração arrependido retornam a D-us verão Sua face e habitarão em Sua presença (Salmo 15). Filhos de Israel que crêem no Messias devem ajudar outros patrícios (podem permanecer em suas sinagogas) a encontrarem a salvação de Israel e congregar com outros judeus seguidores de Jesus, como faziam os discípulos do primeiro século, longe da Babilônia.
Cuidado com as sinagogas messiânicas, pois muitas tem se associado às Igrejas e recebem delas seu sustento (e portanto, estão coniventes com suas práticas injustas e com a abolição da Torah pela Igreja) e assimilado as suas práticas que D-us abomina como o domínio, a parcialidade, a permanência no pecado e o pentecostalismo (que prega a falsa doutrina da prosperidade e usa D-us para querer suas bençãos, muitas vezes não querendo abandonar as suas injustiças e fazem-se cheios de dons especiais, muitas vezes para engrandecerem a si mesmos, e com isso alguns até invocam demônios para conseguirem suas prosperidades, dinheiro e seu engrandecimento próprio e status.
Algumas sinagogas Messiânicas tem negado que o Messias é a manifestação do Eterno como Cordeiro, como homem que tira o pecado do mundo, sendo o nosso substituto na paga dos delitos que cometemos, o qual pagou com sua vida, com seu sangue, pois negam a divindade de Yeshua, negam que Jesus é o Filho de D-us como está no evangelho de João (Iohanan) 1, Provérbios 30:4; Isaias 53; Hebreus 1; Colossenses; Isaías 9:6; Salmo 101 e tantos outros textos do Tanach (Bíblia Hebraica) e do Brit Hadashá (NT)- que também é um livro judaico, apesar das distorções que o grego induz pela falta de correspondência entre os termos hebraicos ou aramaicos com os termos gregos oriundos de sua língua vinculada à sua teologia pagã, sua falsa doutrina da imanência de D-us; seu politeísmo e idolatria antes de se voltarem ao Eterno D-us de Israel- ler explicações na “Bíblia Judaica Completa” de David Stern- editado pela editora vida no Brasil). Cuidado com movimentos que afirmam que pessoas são judias ou israelitas (efraimitas) (pois não há como alguém se certificar em absoluto da ascendência israelita ao menos que tenha parentes judeus próximos.
Alguns movimentos tem chamado gentios de efraimitas (relativo ao reino do Norte) sem qualquer investigação genealógica e estimulam a hostilidade aos judeus: afastem-se deles. Pois onde não há verdade (pessoas dizem que são o que não são ou induzem pessoas a fazê-lo) e há perseguição ou hostilidade aos judeus (descendentes da tribo de Judá), D-us não está.
“Vós sois o sal da terra. Mas se o sal se tornar insípido, com que se há de salgar? Para nada mais serve senão para ser lançado fora e pisado pelos homens... Não pensem que vim destruir a Torah ou os profetas; não vim destruí-los, mas cumpri-los. Em verdade vos digo até que o céu e a terra passem nem um yud (menor letra do alfabeto hebraico) nem um traço da Torah passará..”-trechos de Mateus 5
O Eterno os abençõe, remanescente fiel de Israel e das nações, que permanecem em D-us, abandonam suas injustiças e não abrem mão de viverem os justos mandamentos do Eterno, expressão da Justiça e do amor verdadeiros, num mundo cheio de aparência do bem mas que nega a justiça de D-us. Brilhem a luz que vem da face do Eterno, como Moshe fazia com os filhos de Israel. Estaremos orando por vocês remanescente, e o Eterno os fará vitoriosos, pois D-us é sempre vencedor, a Luz vence as trevas. Permaneçam nos mandamentos e D-us permanecerá com vocês (I João 2:4.15-17; 3:9,10; I João 5:2,3,18-21);
“Este é o amor: que guardemos Seus mandamentos. E Seus mandamentos não são penosos, pois todo aquele que é nascido de D-us vence o mundo. Esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fe” -I João 5:3,4
“Não ameis o mundo. Se alguém ama o mundo o amor do Pai não está nele.Pois tudo que há no mundo, a concupiscência da carne a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não é do Pai mas do mundo. Ora o mundo passa e também a sua concupiscência mas aquele que faz a vontade de D-us permanece para sempre”- I João 2: 15-17.
“Aquele que guarda os Seus mandamentos permanece em D-us e D-us nele”- I João 2:3
Jesus (Yeshua) disse: “pois tudo que vós quereis que os outros vos façam fazei vós a eles, pois esta é a Torah e os profetas. Entrai pela porta estreita. Pois larga é a porta e espaçoso o caminho que leva à perdição e muitos são os que entram por ela. Mas estreita é a porta, e apertado o caminho que conduz à vida, e são poucos os que o encontram. Acautelai-vos dos falsos profetas que vêm até vós disfarçados de ovelhas, mas interiormente são lobos devoradores. Pelos frutos os conhecereis.. Toda árvore que não dá bom fruto será cortada e lançada no fogo..Nem todo o que me diz Senhor, Senhor! Entrará no Reino dos céus mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. Muitos me dirão naquele dia: Senhor! Não profetizamos em Teu nome? E em Teu nome não expulsamos demônios? E em Teu nome não fizemos muitos milagres? Então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci. Apartai-vos de mim , vós que praticais a iniquidade”- trechos de Mateus cap. 7
"Eterno, quem pode descansar em Tua tenda? Quem pode morar em Teu santo monte? Aqueles que vivem um vida sem culpa, que andam em retidão, que falam a verdade em seu
coração e mantém a língua longe da calúnia; os que nunca fazem maldade a outros ou
buscam denegrir o próximo; os que olham com desprezo para os ímpios mas honram aqueles que temem ao Eterno; os que cumprem seus votos, não importa quanto custe;
os que se recusam à usura quando emprestam dinheiro e não aceitam suborno para
prejudicar o inocente. Aqueles que fazem essas coisas nunca serão abalados"- Salmo 15
Assinar:
Postar comentários (Atom)
0 comentários:
Postar um comentário